Crítica | Black Mirror: S04E02 - Arkangel

em 27 de nov. de 2020

Olá leitores, tudo bem? 

Hoje vou compartilhar com vocês a minha opinião sobre o segundo episódio da quarta temporada de "Black Mirror" da Netflix, espero que gostem!


A princípio, nos é mostrado a história de uma mãe super-protetora, que fica desesperada quando sua filha some durante um passeio no parque, mas logo ela a encontra e fica tudo "bem".

Preocupada com a segurança da filha, a mãe a leva em uma empresa de tecnologia para ser cobaia de um novo projeto. Eles desenvolveram um aplicativo que se comunica com um implante colocado na cabaça da criança, através de um tablet. Com ele, a mãe sabe a localização da filha, quais nutrientes ela precisa ingerir, além de enxergar pelos olhos da criança. Além disso tudo, tem a opção de "borrar" a visão da criança caso ela veja alguma ameaça que eleve seu nível de cortisol no sangue.

A crítica vai além da super-proteção e da falta de privacidade de um ser humano ao ser observado em todo momento, temos também uma crítica à venda que é colocada ao se ignorar as ameaças da vida, em um tentativa de proteção, mas que torna a pessoa ainda mais vulnerável.


A garotinha cresce e começa a perceber que tinha alguma coisa de errada com ela. A mãe decide se livrar do aplicativo, então a filha é apresentada à um mundo de que ela não conhecia, com violência, pornografia, terrorismo e etc.

Depois de algum tempo, a mãe retoma o tablet, depois do sumiço da filha em um dia. E invade a privacidade da filha em vários momentos a partir daí, não gostando nada do que vê. O final para as duas é bem trágico, e a relação entre mãe e filha é contestada. A reflexão que fica é que, será que a filha não chegaria a extremos se tivesse sido exposta desde pequena a vida real como ela é? Até que ponto vai a privacidade entre pais e filhos? 

Um episódio com cara de black mirror, fazendo a gente refletir sobre os avanços da tecnologia, e como ela tem o poder de invadir nossa privacidade. Você termina o episódio inquieto pela possibilidade de uma tecnologia dessas ser possível um dia.



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Melhores livros da Agatha Christie

em 25 de nov. de 2020

Olá leitores, tudo bem?

Confira esse infográfico lindo do SevenList citando os melhores livros da autora Agatha Christie!


Fonte: Seven List
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Crítica | Black Mirror: S04E01 - USS Callister

em 20 de nov. de 2020

Olá leitores, tudo bem?

Hoje vou compartilhar com vocês a minha opinião sobre o primeiro episódio da quarta temporada de "Black Mirror" da Netflix, espero que gostem!


Robert Daly é um genial programador de jogos, seu jogo se chama Infinity, um jogo que simula um universo parecido com Star Trek. Porém insatisfeito com sua vida e cansado de ser tratado mal, ele cria uma versão modificada do jogo em sua casa, com clones idênticos das pessoas de sua vida real. Até aí tudo bem, contudo os clones possuem consciência e memória de suas versões vivas.

É bem nítido o contraste das realidades. No jogo, Daly é bajulado pelos colegas da nave, visto como um herói. E no seu cotidiano, é subjugado pelo seu chefe e diminuído pelos colegas.


Em resposta ao bullying que sofre, ele cria um mundo paralelo onde é o líder, aprisionando seus "colegas" em uma encenação criada por ele. 

Seu fracasso social não é justificativa para clonar seus colegas de trabalho sem autorização, apenas por vingança.

Este episódio é nitidamente uma crítica ao cyberbullying, já que a internet possibilita o anonimato para que pessoas cruéis revelem seu verdadeiro caráter. E essas pessoas, na maioria das vezes, em suas vidas são subjugados e encontram no bullying uma forma de recompensa pela vida que levam.

Eu gostei bastante desse episódio, no início tive compaixão com o protagonista devidos à maneira na qual ele era tratado, mas depois ele passa dos limites... O final foi bem interessante. Convido vocês a assistirem!


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Super-Heroínas: Mulheres poderosas dos Quadrinhos

em 18 de nov. de 2020

Olá leitores e leitoras! Tudo bem?

Você já conhece as principais heroínas do mundo dos quadrinhos? Elas são demais!




Super-heroínas
Fonte: SevenList

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Seriado: The Umbrella Academy - 1° Temporada [Resenha]

em 13 de nov. de 2020

Olá leitores, tudo bem? 
Hoje vou compartilhar com vocês a minha opinião sobre o seriado "The Umbrella Academy" da Netflix, espero que gostem!


Lançada no começo deste ano, "The Umbrella Academy" é uma série da Netflix inspirada em quadrinhos de mesmo título.

A história começa quando, misteriosamente, mulheres dão a luz sem estarem grávidas, e um milionário decide adotar sete dessas crianças e treiná-las para combater o mal, já que elas têm super-poderes. Daí ele funda a Umbrella Academy.

Diferente de outras histórias de super-herois, essa retrata o lado feio de cada um, todos os defeitos e peculiaridades, mostrando que nenhum deles é perfeito. Eles, quando crianças, eram bem unidos, mas depois de adultos cada um seguiu seu caminho.

O número 1, líder do grupo e único que não havia abandonado o pai e a academia, tem um mistério em relação a sua aparência um pouco nada normal, além de possuir uma super força. O número 2 é o mais "badboy" da série, o valentão que dá uma de vigilante do bem pela cidade, é ótimo com facas.

A número 3 tem a capacidade de alterar a realidade ao mentir, ela e o número 1 tem um lance mal resolvido. O número quatro é, com certeza, o mais excêntrico de todos, ele tem o poder de conversar com os mortos, mas vive usando drogas para tentar fugir dessa realidade.


O número cinco tem o poder de viajar no espaço e no tempo, inclusive é por causa de uma dessas viagens ao futuro que ele descobre que o mundo acabou, e volta para tentar impedir o apocalipse. O número 6 está morto, e seu poder eram os monstros de outra dimensão sob sua pele, mas ele acabou morrendo durante uma missão, na série ele aparece em conversas com o número 4.

A número 7 é a única que não possui poderes especiais, é uma garota normal que gosta de tocar violino, mas ela sempre foi a excluída da família por não ser especial.

Agora que 5 voltou do futuro, juntos eles vão tentar impedir o fim do mundo, mas além de uma equipe contratada para detê-los, cada um tem seus próprios dilemas e conflitos internos para resolver, e trabalhar juntos depois de tanto tempo não vai ser nada fácil.

Eu adorei essa série, e olha que não gosto muito de séries de super-herois, mas esta é diferente, é mais "real". Me apaixonei também pelos atores, eles são muito bons!


E você, já assistiu ou pretende assistir? Conte aí nos comentários...
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